Receita Federal não vai barrar produtos


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É a bomba do dia que nos foi apresentada pelo amigo Gabriel de Oliveira através do facebook, a informação foi dada pelo Jornal Estadão e repercutida pelo site Techmundo: o governo federal fechou os cofres para a Receita Federal neste fim de ano e mandou paralisar as operações de fiscalização das mercadorias vindas do exterior e que costumavam ser barradas pela alfândega brasileira.

Mas não são todas as regiões que vão ter as suas atividades paralisadas até o final do ano, as regiões contempladas com a paralisação serão Centro Oeste, estado do Tocantins e Porto Alegre. Falta de verba para custear os deslocamento de fiscais e modernizar o sistema arcaico utilizado pela Receita Federal são os pontos principais para a paralisação. Isto quer dizer que os produtos piratas e vindos de sites internacionais que tenham como destino estas regiões devem entrar com muito mais facilidade.

No começo do ano devem voltar à normalidade as atividades de fiscalização da Receita Federal nesta região, o que o governo quer com isto é diminuir o buraco que existe nas contas federais neste ano. Segundo o Estadão as atividades da Receita Federal que estão sendo paralisadas geram um prejuízo mensal de R$ 1 bilhão Agora, fala sério, eu sempre achei que as apreensões e leilões da RF gerassem um lucro absurdo para o Governo Federal, esta notícia de prejuízo bilionário é muito estranha.

Outro ponto muito estranho desta notícia do Estadão é o fato de a Receita Federal deixar os produtos vindos de sites internacionais passarem, eu to aqui rezando para eles não fazerem o contrário, começarem a barrar estes produtos durante meses como já foi feito nas operações Maré Vermelha para tentar desestimular novamente a compra nos sites internacionais.

De qualquer maneira parece que por terra o negócio vai ser mais fácil para quem pretende viajar ao Paraguai e trazer o carro cheio de muamba. O final de ano vai ser de alegria para quem sobrevive de muamba no coração do Brasil. Obs. Um último ponto é que O Estadão procurou a Receita Federal para falar do assunto e a paralisação foi negada, apesar de eles admitirem que estão enfrentando problemas para fiscalizar no ritmo normal e cortes de verbas foram feitos sim.